A Yaga opera dentro do escopo definido, como um pentester humano faria, mas em horas.
Análise de superfície, enumeração de serviços e descoberta de ativos dentro do escopo.
Ataques ofensivos adaptados ao ambiente, não payloads genéricos de scanner.
Entende o comportamento da aplicação e adapta os testes ao que faz sentido.
Entrega só o que é explorável. Cada finding passa por critérios técnicos antes de avançar.
A maioria das plataformas que dizem fazer pentest com IA são scanners ou wrappers de LLMs. Yaga é outra categoria.
Roda payloads fixos em busca de falhas conhecidas. Não adapta, não contextualiza, não explora de verdade.
Wrapper de LLM chamando nuclei, sqlmap e outros. Repete comandos sem entender a aplicação.
Agente ofensivo proprietário que faz reconhecimento, interpreta contexto, adapta ataques e entrega achados confirmados.
A Yaga executa a primeira camada ofensiva do pentest. Depois, especialistas humanos validam cada achado e aprofundam a análise em cenários que exigem experiência humana. Essa combinação é o que diferencia a HackerSec de plataformas 100% autônomas e de consultorias 100% manuais.
Durante o desenvolvimento, criamos vários agentes internamente e fizemos uma disputa pra ver qual era o melhor. Um tinha codinome 007. Outro, John Wick. No fim, o John Wick venceu. Como não poderíamos dar esse nome oficialmente, fomos para o apelido dele no filme: Baba Yaga, a figura associada ao perigo real e ao enfrentamento do risco. Foi assim que nasceu a Yaga.
Desde aplicações modernas até infraestrutura complexa.
A Yaga opera dentro da Plataforma HAS. Fale com nosso time pra ver como funciona na prática.